sábado, 15 de junho de 2013

O Mercosulino 02/06/2010 -www.camara.gov.br/representacaomercosul

02.06.2010 Jornal da Câmara Caderno: Geral CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO - Parlamento do Mercosul lança nota de repúdio A Mesa Diretora do Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou na última segunda-feira, em reunião em Buenos Aires, nota de repúdio ao Estado de Israel pelo ataque contra a frota de ajuda humanitária que se dirigia à Faixa de Gaza. O texto também defende "uma investigação internacional consistente que leve à "efetiva punição dos culpados pelo crime". De acordo com o documento, "esse ato irracional de violência contra uma iniciativa humanitária e política absolutamente pacífica revela desprezo pela comunidade internacional e pelos princípios mais elementares do Direito internacional público". O texto-base do documento foi proposto pelo deputado Dr. Rosinha (PT-PR), ex-presidente do Parlasul que representou, na reunião da Mesa, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), atual vice-presidente da representação brasileira no Parlamento. Composta por representantes de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, a Mesa Diretora do Parlasul condenou ainda "o cruel bloqueio" à Faixa de Gaza, por punir indiscriminadamente crianças, mulheres e civis inocentes. "Trata-se [o bloqueio] de uma violência que não condiz com os princípios e os motivos que levaram à criação do Estado de Israel." O texto também manifesta o apoio do Parlamento do Mercosul às iniciativas de paz e diálogo no Oriente Médio. Jornal "Valor Econômico" Caderno: Agronegócios Bem estocados, moinhos admitem alta da TEC Fabiana Batista, de São Paulo Com armazéns bem supridos e a três meses do início da colheita de trigo no Brasil, os moinhos nacionais não mostram grande resistência ao aumento da Tarifa Externa Comum (TEC) na importação do cereal. Em avaliação pelo governo, a tarifa pode subir de 10% para 35% nos próximos dias. Apesar de reconhecer que pode trazer alguma alta no custo de aquisição da matéria-prima, Lawrence Pih, dono do maior moinho da América Latina e conselheiro da Associação Brasileiro da Indústria do Trigo (Abitrigo), afirma que a decisão mostra racionalidade econômica por parte do governo, sobretudo na política de reduzir gastos com subsídio à comercialização do cereal - que nesta última safra supera meio bilhão de reais somente para esta cultura. É também, segundo Pih, uma forma de resolver a situação dos cerca de 2 milhões de toneladas do cereal ainda "encalhadas" no país - a maior parte de baixa qualidade. Neste ano, o Brasil exportou, com ajuda de subsídios governamentais, cerca de 1,3 milhão de toneladas de cereal de baixa qualidade para uso como ração em outros países. Há ainda potencial para que sejam embarcados quase todo o estoque atualmente encalhado, caso o governo libere mais recursos para comercialização. "Em aumentando a TEC, o governo vai arrecadar mais o que abre perspectiva para ampliar o subsídio e resolver a situação desse volume estagnado", diz Pih, lembrando que outras 5 milhões de toneladas da safra nacional devem começar a ser colhidas em setembro. O aumento da TEC, segundo o conselheiro da Abitrigo, pode ser feito sem grandes impactos à inflação, ainda que haja aumento no custo do moinho com aquisição do cereal. "A farinha de trigo representa 20% do custo do pãozinho. Mesmo que as indústrias repassem algum aumento, o impacto na alta geral de preços será irrisório". Pih também acredita que uma outra medida que pode ser tomada pelo governo é a redução do preço mínimo, atualmente em R$ 530. "A disparidade entre este valor mínimo e a realidade do mercado internacional está muito grande", diz o empresário. Atualmente, calcula ele, uma tonelada do produto posto em São Paulo vale US$ 335. Trazendo essa mesma tonelada dos Estados Unidos, com frete, TEC e imposto da Marinha Mercante, esse valor é de US$ 287. "Com a TEC a 35% , o cereal americano perde competitividade e chega no Brasil a US$ 343". Obviamente, a Federação da Agricultura do Paraná (Faep), estado que lidera a produção de trigo no país, aguarda com ansiedade a aprovação da TEC à 35%. O pleito de elevar, pelo menos, a 30% é antigo, segundo Pedro Loyola, economista da Faep. É uma maneira "oxigenar" a comercialização do trigo nacional, que está estagnada há alguns meses, na avaliação dele. "O Paraná tem 500 mil toneladas do cereal sem comercialização, dos quais 150 mil da boa safra de 2008. Esta sobra se deve em grande parte à falta de salvaguarda da produção nacional que é prejudicada pela entrada do trigo subsidiado do Hemisfério Norte", diz Loyola. É preciso, na avaliação do representante da Faep, que a entrada de trigo estrangeiro somente ocorra depois que a produção nacional for toda comercializada. Jornal "O Globo" Caderno: Economia Argentina volta a ser o principal destino para exportações brasileiras Graças a petróleo, minério e soja, saldo comercial ficou em US$ 3,4 bi Eliane Oliveira BRASÍLIA. Com um superávit de US$ 3,443 bilhões no mês passado — o maior saldo desde junho do ano passado (US$ 4,604 bilhões), graças, principalmente, às exportações de petróleo, minério de ferro e soja —, a balança comercial de maio trouxe como principal novidade o fato de a Argentina ter assumido o segundo lugar entre os maiores compradores de produtos brasileiros, passando os Estados Unidos e só perdendo para a China. A última vez em que os vizinhos ocuparam a segunda posição foi em abril de 2008. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, o país subiu no ranking devido à recuperação da economia argentina. O Brasil exportou 65,4% mais para o mercado argentino no mês passado, com destaque para automóveis e partes, aparelhos eletroeletrônicos, máquinas e equipamentos, plásticos, minérios e aço. Por outro lado, as importações de bens oriundas da Argentina aumentaram apenas 14,8%, resumindo-se basicamente a petróleo e trigo. Em maio, a balança comercial brasileira apresentou um superávit de US$ 332 milhões com a Argentina. Nos cinco primeiros meses do ano, o saldo foi positivo em US$ 920 milhões. Governo aumenta meta de exportação para US$ 180 bi O total vendido pelo Brasil no exterior em maio somou US$ 17,702 bilhões e as importações brasileiras, US$ 14,259 bilhões. Com a recuperação da balança, Barral anunciou a revisão da meta de exportações para este ano, de US$ 168 bilhões para US$ 180 bilhões, uma expansão de 17,6%. Em 2009, o país exportou US$ 152,9 bilhões. — O aumento da meta se deve à tendência de melhora do mercado internacional, observada nos últimos cinco meses — disse Barral. As exportações brasileiras aumentaram 40,7% em relação a maio de 2009. Porém, o secretário afirmou que o perfil da pauta exportadora "é preocupante". Isto porque 70% do crescimento das vendas ao exterior tiveram como responsáveis o petróleo, o minério de ferro e a soja em grão — commodities cotadas no mercado internacional que registraram elevações de preços nas últimas semanas. — Uma das explicações para a recuperação da balança são as grandes elevações dos preços desses itens, o que pode ser perigoso para o país — admitiu o secretário. As importações aumentaram 45,1% frente ao mesmo mês de 2009. O grande destaque foi o crescimento de 55% das compras externas de bens de consumo, especialmente automóveis, que apresentaram uma expansão de 72,5% no período. Os gastos com bens de capital (máquinas e equipamentos) tiveram um acréscimo de 35,9% e os com matérias-primas e intermediários, 45,6%. Já combustíveis e lubrificantes registraram uma ampliação de 47,9% em maio. Nos cinco primeiros meses do ano, a balança acumula um saldo positivo de US$ 5,617 bilhões. As exportações totalizaram US$ 72,093 bilhões e as importações atingiram US$ 66,476 bilhões. Tanto as vendas como as compras externas registraram recordes para o período. Jornais dos Países Membros do Mercosul Paraguay "ABC" Opinión Fueron a recuperar la soberanía y terminaron mendigando una línea de transmisión A los lectores: este artículo tiene como objetivo evidenciar algunas de las más grandes falacias sobre la construcción de la línea de 500 kV. También, este artículo pretende servir de crítica a los asesores de la administración del presidente Lugo dado su pobre desempeño, su falta de estrategia y sus improvisadas y negligentes decisiones que han resultado en una nueva entrega al Brasil, poniendo la seguridad energética del Paraguay en manos de la voluntad de los políticos del vecino país. Esto, sumando a la total falta de competencia de los asesores, podría resultar en el colapso del sistema eléctrico del Paraguay; arrastrando el proceso de las negociaciones con el Brasil al fracaso. Antes de comenzar el análisis sobre la línea de 500 kV, es preciso determinar cuáles son los intereses particulares del Paraguay y del Brasil para la realización de esta obra. En otras palabras, se debe responder a las siguientes preguntas ¿qué significa la línea de 500 kV? Tanto para el Paraguay como para el Brasil. Para el Paraguay: la línea de 500 kV es infraestructura crítica; su construcción y puesta en operación debe concluir para el verano del 2012, para así poder atender la demanda de energía eléctrica del país. Cualquier atraso de la obra podría resultar en el colapso del sistema eléctrico de la ANDE. Esto es sinónimo del colapso del motor del desarrollo con terribles resultados para la industria paraguaya lo cual afectara a la economía nacional, impactando consecuentemente al bienestar general del pueblo paraguayo. Entonces, la línea de 500 kV significa seguridad energética, mayor disponibilidad de nuestra energía de Itaipú y la posibilidad de un crecimiento aun más acelerado de la industria paraguaya. Para el Brasil: la línea de 500 kV significa menor disponibilidad de la energía barata de Itaipú en el mercado de energía eléctrica del Brasil, lo cual resulta en el incremento del precio de la energía restando competitividad a la industria del Brasil. Esto también significa menores ingresos para la Eletrobrás; pérdidas económicas para Furnas (Subsidiaria de Eletrobrás) que opera las cinco líneas de transmisión de 900 km dedicadas exclusivamente al transporte de energía de Itaipú al centro industrial de São Paulo. Atendiendo este gran conflicto de intereses, surge la pregunta – ¿Por qué el Brasil se mostraría tan interesado en construir la línea de 500 kV para el Paraguay? Proyecto que, además de ir contra sus intereses como nación, utilizara 450 millones de dólares del tesoro nacional; regalando el esfuerzo de sus ciudadanos que podría ser utilizado para seguir desarrollando su industria o bien para desarrollar importantes proyectos sociales para los miles de pobres del Brasil. En la actualidad hay dos respuestas que recorren los medios de prensa: 1. ¡El Brasil, en un acto de "verdadero altruismo", le regala la línea de 500 kV al Paraguay; porque rechaza la idea de tener un país hermano hundido en la pobreza y la oscuridad...! Esta es la idea que nos intenta vender el mismo Presidente Lula y sus representantes. 2- ¡El Brasil nos traspasa la línea de 500 kV como forma de compensación por los años de perjuicios y en pago de la energía paraguaya de Itaipú; este es un gran logro del gobierno del cambio... ! Esta es la idea que nos intenta vender el Ing. Canese y otros representantes del gobierno del presidente Lugo. Nuestra larga experiencia con el Brasil nos ha demostrado que ambas respuestas no se aplican a la realidad. Quizás, lo más cercano a la realidad es que: el Brasil nos prometió el regalo de la línea de 500 kV, sabiendo que las autoridades paraguayas, de forma negligente, irían a redireccionar los fondos previstos para esta obra que estaban siendo gestionadas por la ANDE con las entidades multilaterales (Banco Mundial, BID). De esta forma, el Brasil se asegura el control total del financiamiento de la línea de 500 kV; quedando a su voluntad la capacidad de dilatar o no la obra. Esto también le asegura al Brasil, que a medida que pasa el tiempo, la necesidad de la línea se hace más crítica y el gobierno del presidente Lugo tendrá que dejar de reclamar la soberanía hidroeléctrica y arrodillarse a mendigar por una línea de transmisión. Nada más cercano a la realidad; el día 25 de setiembre del 2009, luego de dos meses de la firma del acuerdo de los presidentes Lugo-Lula; por NOTA P Nº 4342/2009, la ANDE solicita al Ministerio de Hacienda iniciar las gestiones para la reorientación de los fondos a ser obtenidos con el Banco Mundial para la construcción de la línea de 500 kV. Esta decisión fue tomada sin ningún estudio, estrategia o seguridad de que el Brasil proporcionaría los fondos necesarios para la construcción de la línea de 500 kV. Ahora, a casi un año de la firma del acuerdo, el Paraguay continúa sin tener asegurado los fondos para la obra. Si bien Itaipú ha estado manteniendo el proyecto en movimiento, con pequeños desembolsos de US$ 2 millones y US$ 10 millones, para los estudios de topografía y para el terraplenado de la futura subestación de Villa Hayes respectivamente. Estos montos no representan ni el 3% de lo requerido para finalizar la obra; sin embargo ha ayudado a publicar a través de los medios de comunicación "El inicio de las obras de línea de 500 kV". Ninguna obra de 450 millones de dólares se inicia sin tener asegurada la financiación de la misma. Si el Focem solo tiene US$ 100 millones disponibles por año; ¿cómo se harán los pedidos a los fabricantes de las torres, los conductores, y los centenares de equipos requeridos para la construcción de una línea de transmisión de más de 300 km de longitud? De la misma manera, el "Ala Dura" se ha desvanecido por completo; todas las entrevistas y los artículos del Ing. Canese apuntan a exaltar el gran logro de la línea de 500 kV; se leen – "Lo más rápido, seguro y barato", "La línea de 500 kV afianza soberanía hidroeléctrica". Nada más lejos de la realidad, a casi un año de puras promesas y con irrecuperables pérdidas de tiempo; este será quizás el error más caro que pague el pueblo paraguayo en mucho tiempo. Nada es más barato que tener la línea de transmisión de 500 kV a tiempo. Las pérdidas económicas a nivel país serán irrecuperables si la línea no está lista y operando para el verano del 2012. De la misma forma que el Ing. Canese ha cambiado su actitud con respecto a las reivindicaciones paraguayas otros representantes del gobierno hasta se han atrevido a decir – "la venta de energía ha pasado a un segundo plano". ¡Claro! que ha pasado a un segundo plano, ¡ahora es hora de mendigar por la línea de 500 kV ! El gobierno del presidente Lugo debe tomar la decisión de asegurar la construcción de la línea de 500 kV utilizando las muchas otras formas de financiar esta clase de proyectos: inversiones privadas, participación pública-privada, fideicomiso, leasing, etc. Este gobierno no tiene ningún margen para el error, el tiempo pasa y los veranos con las altas demandas de energía eléctrica se aproximan, mientras la construcción de la línea de 500 kV sigue dilatándose. El Gobierno debe reasumir su obligación de reivindicar la soberanía energética de Itaipú y Yacyretá. Para lograr esto, debe cambiar radicalmente su estrategia para con el Brasil. (*) Ing. Nelson Cristaldo: Recibió el título de ingeniero eléctrico en Temple University, USA y el título de Máster en ingeniería en sistemas de potencia en Florida International University, USA. Actualmente se encuentra trabajando como consultor del área de Planificación Energética. Sección: Economía Negociaciones técnicas siguen el lunes "La propuesta paraguaya, como respuesta a la presentada por Brasil que Ud. está mencionando, se basará en los principios de la soberanía hidroeléctrica, la integración energética y la plena disponibilidad del 50% de la potencia y energía de Itaipú en la parte que le corresponde al Paraguay, sin limitación alguna". De esta manera respondió ayer el Ing. Ricardo Canese, coordinador de la Comisión de Entes Binacionales Hidroeléctricas (CEBH) de la Cancillería, a una pregunta que se le hizo sobre la intención brasileña, en el nivel técnico, de que nuestro país aporte una garantía financiera al contratar potencia con Itaipú, hecho que incluso viola el Tratado. Canese se comunicó con nuestra redacción para anunciar que el próximo lunes, en Itaipú, Hernandarias, se reinician las reuniones de técnicos paraguayos y brasileños "para tratar la contratación de potencia y adquisición de energía por parte de ANDE, así como la venta de energía de Itaipú y de otras centrales paraguayas al Brasil, a través de la ANDE, tal como establece el acuerdo del 25 de julio de 2009". El coordinador de la CEBH añadió que esos principios "fueron ratificados por el Acuerdo del 25 de julio de 2009, avanzándose incluso en la venta a terceros países, si bien en un escenario futuro, y al más breve plazo posible en la venta al mercado brasileño, a precios de su mercado. Estos son puntos ya acordados con el Brasil y que como delegación paraguaya vamos a buscar que se implementen plenamente", aseguró. Añadió que en el posible acuerdo "no debe haber ningún tipo de perjuicio para el Paraguay, aún contratando, como pretendemos, la totalidad de la potencia que nos corresponde". Hay intereses creados en Brasil por la energía "En el Brasil hay intereses creados para que nuestro país no disponga de la energía que le corresponde", manifestó Carlos Alberto González, consejero de Itaipú, ante la consulta sobre las publicaciones de medios brasileños de prensa en las que calificaron de "mendigo rico" al Paraguay. "Desde luego en el Brasil hay intereses creados que tienen justamente una postura contraria a que el Paraguay utilice la energía. No es raro, desde luego, para un país que está en este momento en vísperas electorales que aparezcan críticas a todo lo que hace el Paraguay y que pueda repercutir sobre el Brasil. Así que eso no es raro, pero el hecho que lo haya dicho una revista no quiere decir que tenga un ápice de verdad". Cree que tampoco las autoridades paraguayas se preocuparon en instalar equipos necesarios para que dispongamos de lo que nos corresponde. "Desde 1973 hasta ahora, ningún gobierno ha hecho absolutamente nada para que el Paraguay consuma la energía de Itaipú. Recién este gobierno está tomando las medidas para lograr un mayor consumo; establecer plantas industriales o fuentes de trabajo que impliquen el consumo de la energía", agregó. "Lo que interesaba era que el Brasil consuma toda la energía y que el Paraguay recibiera una suma insignificante que ahora se ha triplicado. Estamos haciendo todo lo posible, y si las cosas marchan bien, yo creo que para los años próximos el Paraguay va a poder hacer una utilización de la energía que permita, por un lado, el consumo para cocinas eléctricas, en lugar de estar comprando a precios exorbitantes el gas", concluyó. Uruguay "La Republica" Sección: Economia Las exportaciones crecen 25% en lo que va del año. Brasil. Sigue siendo nuestro principal comprador Ventas de automóviles crecieron 90%, siendo el rubro más dinámico. Según el último informe de la Unión de Exportadores del Uruguay las exportaciones uruguayas de bienes en los primeros 5 meses del año experimentaron un significativo crecimiento del 25%, respecto al mismo período del año anterior. En efecto las ventas al exterior ­medidas a través de los Documentos Unicos de Aduana­ sumaron U$S 2.711 millones, frente a los U$S 2.165 millones alcanzados en el mismo período del año anterior. Los datos entonces reafirman el repunte de la demanda mundial de nuestros productos, en un momento donde los precios de las materias primas se mantienen en niveles interesantes, crecimiento exportador y precios que compensan la depreciación del dólar que se vive a nivel global y que nuestro país no es en absoluto a excepción. Evolución por país En el acumulado enero­mayo de 2010 el principal destino de exportación de mercaderías uruguayas continuó siendo Brasil, abarcando el 19,46 % del total vendido al exterior medido en dólares. En segundo lugar se ubicó la Zona Franca de Nueva Palmira, con 11,26%, y en tercer lugar Argentina con el 6,87%. Por lo tanto, las ventas destinadas a los principales socios del Mercosur ­Brasil y Argentina­ representaron el 26,33%, cifra que asciende hasta 33,1% si se agregan los restantes socios y asociados del bloque. Este direccionamiento hacia región, se complementa con la importante diversificación de mercados que supone el hecho de que el 44% de nuestras exportaciones van al resto del mundo. Por su parte, las exportaciones a la Unión Europea, epicentro de los actuales coletazos de la crisis, se ubican en el 17,5% del total exportado. En tanto al Nafta, es decir a los países de América del Norte las ventas suponen tan sólo un 6%, lo que muestra claramente que la rápida desconexión con esos mercados y el logro de otros sustitutos evitó que los impactos de la crisis en nuestra economía fueran aún mayores. No obstante, los últimos datos de la economía estadounidense parecen indicar un ligero repunte, con una expansión de su PBI estimado en 3%, por lo que para el año que viene estaría consolidando su recuperación, lo cual sería un nuevo motor para la economía mundial y la demanda internacional de nuestros productos. Exportaciones por producto Entre los principales productos de exportación, los mayores aumentos registrados en lo que va del año, se dan en las ventas de automóviles (90,60%), caucho y sus manufacturas (76,33%), pieles (excepto peletería) y cueros (66,85%) y en maderas y carbón vegetal (54,96%). Los descensos más pronunciados entre los principales productos de exportación se produjeron en los productos farmacéuticos (-15,82%) y en los cereales (-13,10%). El principal producto de exportación de bienes en el acumulado enero­mayo de 2010 fue la carne y despojos comestibles, que tuvo un peso de 20,87% en el total vendido al exterior. En segundo lugar se ubicaron las semillas y frutos oleaginosos, con el 12,86%, y en tercero cereales, con 9,89% del total. Otro rubro con interesante expansión son frutos y frutas que crecen 27%.

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